terça-feira, fevereiro 17, 2004
Mais uma vez... os EUA
Há que dar valor a quem o tem! A capacidade inventiva dos Americanos não deixa de me surpreender. Quando pensamos que ”agora é que é, os gajos vão dar o braço a torcer...”, eis que, num assomo de coragem e capacidade inventiva, aparecem com argumentos irrebatíveis (por serem tao nescios que impedem qualquer contra argumentacao...).
Como é do conhecimento público, os Estado Unidenses mantêm aprisionados, em Guantanamo, vários elementos de etnia Muçulmana. Ora, a comunidade Internacional (não toda, apenas a camada razoável e objectiva), resolveu criticá-los por manterem os ditos sujeitos prisioneiros, durante tanto tempo e sem acusação formada.
[Serve esta inflexão para referir que, nem a legislação Americana permite que cidadãos, estrangeiros ou nacionais, sejam aprisionados durante – pasme-se – mais de 2 anos.]
As mais altas instâncias Americanas apressaram-se a explicar, repita-se, de forma inventiva, o porquê de tal conduta. Segundo essas iluminárias, tais prisioneiros são demasiado perigosos e cometeram um crime atroz e que ofendeu todo o mundo ocidental. Como tal, devem ser alvo de medidas excepcionais, ainda que tais medidas ofendam os mais básicos princípios jurídicos, morais e humanos... do mundo ocidental.
Não sei se é só nos filmes Americanos, mas, ao que contam, existe nos EUA um principio de “presunção de inocência”. Os prisioneiros não foram julgados, aliás, ainda nem sequer foram formalmente acusados do que quer que seja, mas, os mais altos dignatários da nação do “hamburguer”, entendem que os muçulmanos estão presos, repito, porque cometeram um crime atroz.
É caso para dizer: “estão a cagar na presunção de inocência”...
Se há provas do envolvimento dos sobreditos em actos terroristas, acusem e julguem! Mas, claro, os Americanos, não sei se por serem sub se sobredotados, preferem a via mais complicada, a via mais controversa, em suma, a via ilegal.
Como podem dizer que os sujeitos estão presos porque cometeram actos criminosos, se ainda não os acusaram dos actos que lhes imputam? Provavelmente, se não o fizeram em dois anos, é porque não têm provas...
Como é do conhecimento público, os Estado Unidenses mantêm aprisionados, em Guantanamo, vários elementos de etnia Muçulmana. Ora, a comunidade Internacional (não toda, apenas a camada razoável e objectiva), resolveu criticá-los por manterem os ditos sujeitos prisioneiros, durante tanto tempo e sem acusação formada.
[Serve esta inflexão para referir que, nem a legislação Americana permite que cidadãos, estrangeiros ou nacionais, sejam aprisionados durante – pasme-se – mais de 2 anos.]
As mais altas instâncias Americanas apressaram-se a explicar, repita-se, de forma inventiva, o porquê de tal conduta. Segundo essas iluminárias, tais prisioneiros são demasiado perigosos e cometeram um crime atroz e que ofendeu todo o mundo ocidental. Como tal, devem ser alvo de medidas excepcionais, ainda que tais medidas ofendam os mais básicos princípios jurídicos, morais e humanos... do mundo ocidental.
Não sei se é só nos filmes Americanos, mas, ao que contam, existe nos EUA um principio de “presunção de inocência”. Os prisioneiros não foram julgados, aliás, ainda nem sequer foram formalmente acusados do que quer que seja, mas, os mais altos dignatários da nação do “hamburguer”, entendem que os muçulmanos estão presos, repito, porque cometeram um crime atroz.
É caso para dizer: “estão a cagar na presunção de inocência”...
Se há provas do envolvimento dos sobreditos em actos terroristas, acusem e julguem! Mas, claro, os Americanos, não sei se por serem sub se sobredotados, preferem a via mais complicada, a via mais controversa, em suma, a via ilegal.
Como podem dizer que os sujeitos estão presos porque cometeram actos criminosos, se ainda não os acusaram dos actos que lhes imputam? Provavelmente, se não o fizeram em dois anos, é porque não têm provas...